Olá escuridão, minha velha amiga, venho falar-lhe novamente...
Esse é o início da música SOUND OF SILENCE de Paul Simon que usarei como preâmbulo de algumas de minhas crônicas e/ou poemas que chamarei de MEMÓRIAS DA ESCURIDÃO. Seguindo a forma sugerida pelo título, estes textos não visam propriamente uma visão otimista do mundo, da vida e das relações entre os indivíduos de nossa raça. Isso porque até hoje não aprendi uma maneira diferente de ver essas coisas. No entanto, tudo na vida é volátil, e minha opinião que um dia pode ter sido diversa, pode novamente mudar. Mas em meio a toda a volatilidade do mundo, apenas uma certeza é perene: a perfídia...
Esse é o início da música SOUND OF SILENCE de Paul Simon que usarei como preâmbulo de algumas de minhas crônicas e/ou poemas que chamarei de MEMÓRIAS DA ESCURIDÃO. Seguindo a forma sugerida pelo título, estes textos não visam propriamente uma visão otimista do mundo, da vida e das relações entre os indivíduos de nossa raça. Isso porque até hoje não aprendi uma maneira diferente de ver essas coisas. No entanto, tudo na vida é volátil, e minha opinião que um dia pode ter sido diversa, pode novamente mudar. Mas em meio a toda a volatilidade do mundo, apenas uma certeza é perene: a perfídia...

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